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Anel Alquimia Prata

Anel Alquimia Prata

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Promoção Esgotado

Anel de prata 925 com acabamento envelhecido

A Alquimia é uma prática ancestral que combina ciências místicas e ocultas com várias outras áreas do conhecimento. Os Alquimistas buscavam a Pedra Filosofal e o Elixir da Longa Vida, hoje vistos como metáforas para a busca do autoconhecimento e da purificação espiritual que levaria a uma vida plena e que se perpetua para além do corpo material. No anel estão gravados alguns dos principais elementos da Alquimia: Água, Fogo, Terra, Ar, Mercúrio, Enxofre e Sal.

SKU: A016P017

Materiais

Prata 925

Dimensões

Peso: 19 g
Altura: 1,5 cm

Significados

Anel Alquimia


O Anel Alquimia traz os elementos Água (triângulo com a ponta para baixo), Fogo (triângulo com a ponta para cima), Terra (triângulo cortado com a ponta para baixo), Ar (triângulo cortado com a ponta para cima), Mercúrio (sinal de mais com círculo), Enxofre (sinal de mais com triângulo) e Sal (círculo cortado), que são considerados os principais elementos para os alquimistas.
A Terra e a Água constituem estados visíveis, enquanto o Fogo e o Ar são estados invisíveis. A Água representa o que nutre e se molda, a Terra é a solidez e a estabilidade, o Fogo é a energia geradora e o Ar, o expansivo e volátil. Os elementos Enxofre, Mercúrio e Sal entram como complementos e simbolizam: Enxofre é o princípio ativo, o movimento, o calor, a energia animadora; o Mercúrio é a maleabilidade, brilho, fusibilidade, o escorregadio que toma várias formas, o fugidio; o Sal é o meio de união entre as propriedades do Mercúrio e as do Enxofre, como uma força de interação, muitas vezes associado a energia vital, que une a alma ao corpo.
No ser humano, o Enxofre seria o corpo físico; o Mercúrio, a alma e o Sal, o espírito mediador.
A Alquimia foi uma fase importante na qual se desenvolveram muito dos procedimentos e conhecimentos que mais tarde foram utilizados pela Química. É também a busca do entendimento da natureza, a busca da sabedoria, dos grandes conhecimentos e o estudante de alquimia é um andarilho a percorrer as estradas da vida.

A transmutação de qualquer metal em ouro através da Pedra Filosofal e o Elixir da Longa Vida, que proporcionaria a imortalidade, são na realidade buscas para chegar ao mais íntimo na compreensão do que somos. O verdadeiro alquimista é um iluminado, um sábio que compreende a simplicidade e que entende que tudo no universo está interligado.


Acredita-se que a ideia da transformação do metal em ouro está diretamente ligada a uma metáfora de mudança de consciência. A Pedra Filosofal, tão buscada pelos alquimistas, seria a mente “ignorante” que é transformada em “ouro” ou sabedoria. Assim, acredita-se que o trabalho de laboratório dos alquimistas medievais com os metais era uma metáfora para a verdadeira natureza espiritual da alquimia: a transformação dos metais em ouro pode ser interpretada como uma transformação de si próprio, de um estado inferior para um estado espiritual superior.

Hoje, a Antroposofia, ciência espiritual que influencia diversas escolas do conhecimento, faz analogia entre os princípios alquímicos e as forças básicas atuantes na alma humana: o pensar (sal), o sentir (mercúrio) e o querer (enxofre). Para Ivan Stratievsky, médico e cirurgião antroposófico, o ouro alquímico, por exemplo, nada mais é que o self, o verdadeiro Eu. Para chegarmos lá, diz ele, precisamos lidar com as polaridades internas, pensando, sentindo e querendo de maneira equilibrada.

A psicologia moderna também incorporou muito da simbologia da Alquimia. Carl Jung reexaminou a simbologia alquímica procurando mostrar o significado oculto destes símbolos e sua importância como um caminho espiritual. Mas com certeza a maior influência da Alquimia foi nas chamadas ciências ocultas. Não há ramo do ocultismo ocidental que não tenha recebido alguma ideia da Alquimia, e que não a referencie.
Acima de tudo, a Alquimia deixou uma mensagem poderosa de busca pela perfeição. Em um mundo tomado pelo culto ao dinheiro a à aparência exterior, em que pouco o homem busca a si próprio e ao seu íntimo, as vozes dos antigos alquimistas aparecem como um chamado para que o homem reencontre seu verdadeiro Eu e seu lado espiritual e superior e se mantenha em constante evolução em busca do ouro da sabedoria, da espiritualidade e da verdade interior de cada um. Essa é a Grande Obra que os alquimistas nos legaram.



Vida longa e boa sorte!

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