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Anel Mapuás | Prata

Anel Mapuás | Prata

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Anel em Prata 925

Na ilha de Marajó as sereias ainda cantam, botos se transformam em amantes, búfalos andam soltos pelas ruas, e árvores, ao invés de frutos, dão pássaros. Entre fantasia e realidade, entre rio, mar e terra, Marajó é puro encanto. Essa coleção inspirou-se nos índios marajoaras, seus mistérios e seu legado que chega até nós nos traçados e desenhos gravados nas cerâmicas, e tem a intenção de resgatar um pouco da nossa ancestralidade e homenagear essa cultura.
SKU: A021P005

Materiais

Prata 925

Dimensões

Altura: 1,8 cm
Peso: 4,5 g

Significados

M’Barayo

Na ilha de Marajó as sereias ainda cantam, botos se transformam em amantes, búfalos andam soltos pelas ruas, e árvores, ao invés de frutos, dão pássaros. Entre fantasia e realidade, entre rio, mar e terra, Marajó é puro encanto.
Essa coleção inspirou-se nos Índios Marajoaras, seus mistérios e seu legado que chega até nós nos traçados e desenhos gravados nas cerâmicas, e tem a intenção de resgatar um pouco da nossa ancestralidade e homenagear essa cultura.
Sabe-se relativamente pouco sobre a nação marajoara, inclusive como eles desapareceram. Supõe-se que tenham sido dizimados pelas doenças trazidas pelos invasores ou então que tenham enfrentado um longo período de clima hostil.
Mas é certo que eles quiseram se comunicar e registrar fatos das suas vidas.
A Amazônia foi o berço de culturas avançadas. Hoje, o que resta desses povos é uma cerâmica sem igual. A cultura Marajoara foi a que alcançou o maior nível de complexidade social na pré-história brasileira. Uma civilização muito mais desenvolvida culturalmente que as demais da região, podendo ser ligada a vários outros povos, como os da América Central, os povos do Alto Amazonas e certamente das Antilhas, esclarecendo assim um pouco das suas origens e conhecimentos.
Estudos arqueológicos mostram que a região da Ilha de Marajó, a maior ilha fluvial do mundo, localizada no Pará, foi ocupada há cerca de dois mil anos por agricultores e ceramistas oriundos dos Andes. A fase marajoara, marcada pela presença de objetos com acabamento muito detalhado em baixo ou alto-relevo, leva a crer que a região foi ocupada por grupos com razoável grau de organização e diferentes camadas sociais, agrupadas a partir de suas relações e valores culturais.
A iconografia Marajoara – fortemente centrada na figura humana e na representação de animais da floresta tropical revestidos de significados simbólicos – compõe um intrincado sistema de comunicação visual que se vale de simetrias, elementos pareados, repetições rítmicas e oposições binárias para reafirmar, transmitir e perpetuar uma determinada visão de mundo.
São objetos de cerâmica de uso doméstico e cerimonial, como vasos, pratos, tigelas, tangas, estatuetas e urnas funerárias, decorados com desenhos e grafismos que nos conta como eles se relacionavam com o mundo que os cercavam.
Quem sabe os cientistas consigam descobrir mais sobre esses brasileiros que já estavam aqui há tanto tempo antes de nós. Quem sabe consigam decifrar as mensagens que eles quiseram transmitir e possamos descobrir um pouco mais sobre quem eram, como viveram, o que sabiam e como se relacionavam e se beneficiavam da natureza exuberante e selvagem na qual estavam imersos.
Quem sabe tenham tentado nos avisar para respeitarmos e cuidarmos do que de mais rico nosso país nos oferece desde sempre. Quem sabe tenham tentado nos ensinar que homem e natureza são a mesma e uma única coisa e que quando uma perde, a outra também perde, quando uma sofre, a outra também sofre. E quem sabe a gente consiga entender e aprender a tempo. Vida Longa e Boa Sorte!

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